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<title>Curica News 🦜</title>
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<description>Curica News traz as principais notícias do Brasil e do mundo, com destaque para os acontecimentos de Rondônia!</description>
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<title>IBGE: setor de serviços recua 1,2% em março</title>
<link>https://www.curicanews.com.br/noticia/ibge-setor-de-servicos-recua-1-2-em-marco</link>
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<description>No acumulado do ano, o volume de serviços expandiu 2,3% frente a igual período de 2025. O acumulado nos últimos 12 meses aumentou 2,8% em março de 2026.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de serviços no Brasil recuou 1,2% em março de 2026, em relação ao mês anterior, após estabilidade em fevereiro. A queda foi acompanhada por todas as cinco atividades investigadas, com destaque para transportes, com recuo de 1,7%. Em relação a igual mês de 2025, o volume de serviços teve expansão de 3% em março de 2026.</p>

<p>As informações são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada nesta sexta-feira  (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>

<p>No acumulado do ano, o volume de serviços expandiu 2,3% frente a igual período de 2025. Já o acumulado nos últimos 12 meses aumentou 2,8% em março de 2026.</p>

<p>O analista da pesquisa Luiz Carlos de Almeida Junior explica que nos últimos cinco meses, foram observados um mês de estabilidade e quatro meses de variação negativa, o que faz com que o setor de serviços acumule queda de 1,7% desde outubro de 2025.</p>

<p>"Setorialmente, todas as cinco atividades investigadas mostraram queda na comparação com o mês imediatamente anterior. O setor de transportes foi o principal responsável pela queda observada no Brasil neste tipo de comparação. O recuo no setor foi influenciado principalmente pela queda observada no transporte rodoviário de cargas e no transporte aéreo de passageiro", disse o analista.</p>

<p>Segundo o IBGE, as demais quedas vieram dos serviços profissionais, administrativos e complementares (-1,1%); de informação e comunicação (-0,9%); dos outros serviços (-2%); e dos serviços prestados às famílias (-1,5%). </p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Curica News</dc:creator>
<pubDate>Fri, 15 May 2026 10:38:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Polícia Federal combate garimpos ilegais nos estados do Amapá e Pará</title>
<link>https://www.curicanews.com.br/noticia/policia-federal-combate-garimpos-ilegais-nos-estados-do-amapa-e-para</link>
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<description>De acordo com a PF, foram inutilizados diversos maquinários utilizados pelos garimpeiros, entre eles, 4 escavadeiras hidráulicas e dezenas de motores.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Sete áreas de garimpo ilegal na Amazônia são alvos de uma operação integrada da Polícia Federal (PF), em ação conjunta com o Ibama, ICMBio e a Força Nacional, com o apoio da Polícia Militar do Estado do Pará.</p>

<p>Desde terça-feira (12) até hoje (15), os policiais da Operação Calha Norte atuam na região da divisa  dos estados do Amapá e Pará, precisamente nos municípios de Laranjal do Jari (AP) e Almeirim (PA), onde estão os garimpos ilegais.</p>

<p>De acordo com a PF, foram inutilizadas quatro escavadeiras hidráulicas, dezenas de motores, três quadriciclos, dois tratores, geradores, acampamentos clandestinos e aproximadamente 3.300 litros de diesel usados no maquinário ilegal.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Curica News</dc:creator>
<pubDate>Fri, 15 May 2026 08:38:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Encceja 2026: prazo de inscrição gratuita termina nesta sexta-feira</title>
<link>https://www.curicanews.com.br/noticia/encceja-2026-prazo-de-inscricao-gratuita-termina-nesta-sexta-feira</link>
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<description>Qualquer pessoa pode fazer o Encceja 2026 desde que tenha a idade mínima exigida na data de realização da prova: 15 anos completos para o ensino fundamental e 18 anos para o ensino médio.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O prazo para os interessados se inscreverem gratuitamente no Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2026 termina nesta sexta-feira (15).</p>

<p>As inscrições devem ser feitas no Sistema Encceja. E será aceita apenas uma inscrição por número de Cadastro de Pessoa Física (CPF).</p>

<p>O exame é uma oportunidade para jovens e adultos que não concluíram seus estudos na idade apropriada e que buscam a certificação do ensino fundamental ou ensino médio.</p>

<p>Confira aqui o passo a passo para se inscrever </p>

<h2>Quem pode participar</h2>

<p>A participação no exame nacional é voluntária e gratuita.</p>

<p>Qualquer pessoa pode fazer o Encceja 2026 desde que tenha a idade mínima exigida na data de realização da prova: 15 anos completos para o ensino fundamental e 18 anos completos para o ensino médio.</p>

<p>A emancipação legal não altera a idade mínima para a inscrição do participante no Encceja Nacional 2026.</p>

<h2>Acessibilidade e inclusão</h2>

<p>Até esta sexta-feira, o tratamento por nome social pode ser solicitado por participantes travestis, transexuais e transgêneros, que querem ser reconhecidos socialmente conforme sua identidade de gênero.</p>

<p>O prazo do dia 15 vale também para o participante que necessitar de atendimento especializado deverá marcar a opção no ato da inscrição. As solicitações podem ser feitas para os casos com cegueira, deficiência auditiva, deficiência física, Transtorno do Espectro Autista (TEA), gestantes, lactantes, idosos e com outras condições específicas previstas no edital do exame. No dia da prova, os recursos de acessibilidade serão vistoriados pelo chefe de sala.</p>

<h2>Justificativa de ausência</h2>

<h2>As provas</h2>

<p>O Encceja avalia competências, habilidades e saberes adquiridos no processo escolar ou extraescolar.</p>

<p>As provas serão aplicadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) no dia 23 de agosto, em dois turnos, em todos os estados e no Distrito Federal.</p>

<p>O exame é composto por quatro provas objetivas e uma redação tanto para o ensino fundamental quanto para o ensino médio.</p>

<p>As avaliações são organizadas por áreas do conhecimento. No ensino fundamental, os participantes são avaliados em ciências naturais, matemática, língua portuguesa (incluindo redação), língua estrangeira moderna, artes, educação física, história e geografia.</p>

<p>Já no ensino médio, as áreas incluem linguagens e códigos acompanhadas de redação, matemática, ciências da natureza e ciências humanas.</p>

<p>Cada prova objetiva conta com 30 questões de múltipla escolha, totalizando 120 itens, além da produção de texto.</p>

<h2>Certificação</h2>

<p>A emissão do certificado e da declaração de proficiência é responsabilidade das Secretarias Estaduais de Educação e dos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia.</p>

<p>Na inscrição, o participante deverá indicar a instituição certificadora, secretaria estadual de educação ou o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia para o qual deseja solicitar o certificado de conclusão do ensino fundamental ou do ensino médio ou a declaração parcial de proficiência.</p>

<p>A escolha da instituição certificadora não está condicionada ao estado de residência do participante, que pode escolher uma das opções apresentadas.</p>

<p>O portal do Inep disponibiliza a lista das instituições certificadoras relacionadas no sistema de inscrição.</p>

<p>Após a realização das provas, o Inep enviará os dados cadastrais e as notas dos participantes para as instituições certificadoras indicadas pelo participante no ato da inscrição.</p>

<p>A inscrição e a realização das provas não garantem a certificação de conclusão do ensino fundamental ou do ensino médio. Cabe ao participante solicitá-la junto à instituição certificadora indicada no sistema de inscrição.</p>

<h2>Encceja</h2>

<p>Realizado pelo Inep desde 2002, o Encceja é aplicado pelo Inep em colaboração com as secretarias estaduais e municipais de educação.</p>

<p>O instituto aponta que a certificação de níveis do ensino da educação básica (fundamental e médio) possibilita a retomada da trajetória escolar.</p>

<p>O exame também estabelece uma referência nacional para a autoavaliação de jovens e adultos participantes.</p>

<p>Considerando sua relevância multidimensional, o Encceja ainda serve de baliza para implementar políticas públicas de melhoria da qualidade da oferta da educação de jovens e adultos.</p>

<p>O Encceja Exterior 2026 e o Encceja Nacional 2026 para adultos submetidos a penas privativas de liberdade e adolescentes sob medidas socioeducativas que incluam privação de liberdade (Encceja PPL) terão editais próprios, que ainda serão divulgados pelo Inep.</p>]]></content:encoded>
<category>Educação</category>
<dc:creator>Curica News</dc:creator>
<pubDate>Fri, 15 May 2026 07:38:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Caixa e BB liberam abono salarial para nascidos em maio e junho</title>
<link>https://www.curicanews.com.br/noticia/caixa-e-bb-liberam-abono-salarial-para-nascidos-em-maio-e-junho</link>
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<description>Instituído pela Lei nº 7.998/90, o abono salarial pode chegar até a um salário mínimo, proporcional ao período trabalhado.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os trabalhadores nascidos em maio e em junho que ganharam até R$ 2.766 com carteira assinada em 2024 recebem nesta sexta-feira (15) o abono salarial. Neste quarto lote, serão liberados R$ 5,7 bilhões para 4.555.924 beneficiários.</p>

<p>O valor do benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados em 2024. O calendário segue de forma escalonada ao longo de 2026, de acordo com o mês de nascimento.</p>

<h2>Quem recebe neste lote</h2>

<p>Do total de contemplados em maio:</p>

<ul>
	<li>3.970.985 são trabalhadores da iniciativa privada, inscritos no Programa de Integração Social (PIS), com pagamento feito pela Caixa Econômica Federal, somando cerca de R$ 5 bilhões;</li>
	<li>584.939 são servidores públicos, inscritos no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), pagos pelo Banco do Brasil, com total de cerca de R$ 700 milhões.</li>
</ul>

<h2>Quem tem direito ao Abono Salarial</h2>

<p>Tem direito ao benefício o trabalhador que:</p>

<ul>
	<li>Está inscrito no Pis/Pasep há pelo menos cinco anos;</li>
	<li>Trabalhou com carteira assinada por no mínimo 30 dias em 2024;</li>
	<li>Recebeu remuneração média mensal de até R$ 2.766 no ano-base;</li>
	<li>Teve os dados corretamente informados pelo empregador no e-Social.</li>
</ul>

<p>Instituído pela Lei nº 7.998/90, o abono salarial pode chegar até a um salário mínimo, proporcional ao período trabalhado. Os recursos vêm do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), com a habilitação feita pelo Ministério do Trabalho e Emprego.</p>

<h2>Como o pagamento é feito</h2>

<p>Para trabalhadores da iniciativa privada (PIS)</p>

<p>A Caixa Econômica Federal realiza o pagamento prioritariamente por:</p>

<ul>
	<li>Crédito em conta corrente ou poupança da Caixa;</li>
	<li>Depósito em Poupança Social Digital, movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.</li>
</ul>

<p>Quem não possui conta pode sacar:</p>

<ul>
	<li>Com Cartão Social e senha em lotéricas, caixas eletrônicos e correspondentes CAIXA Aqui;</li>
	<li>Nas agências, com documento oficial com foto;</li>
	<li>Sem cartão, por meio de biometria cadastrada.</li>
	<li>Para servidores públicos (Pasep)</li>
</ul>

<p>O Banco do Brasil faz o pagamento por:</p>

<ul>
	<li>Crédito em conta bancária;</li>
	<li>Transferência via TED ou Pix;</li>
	<li>Saque presencial nas agências, para quem não é correntista e não possui chave Pix.</li>
</ul>

<h2>Como consultar</h2>

<p>Os trabalhadores podem verificar informações sobre valor, data e habilitação pelos seguintes canais:</p>

<ul>
	<li>Aplicativo Carteira de Trabalho Digital;</li>
	<li>Portal Gov.br;</li>
	<li>Telefone 158 (Ministério do Trabalho);</li>
	<li>Aplicativos Caixa Tem e Benefícios Sociais Caixa;</li>
	<li>Atendimento Caixa ao Cidadão: 0800-726-0207.</li>
</ul>

<p>A expectativa é que, em 2026, cerca de 22,2 milhões de trabalhadores recebam o abono salarial.</p>



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    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">16/03/2026 - Arte abono salarial 2026. Foto: Arte/EBC - Arte/EBC</div>
</div></div>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Curica News</dc:creator>
<pubDate>Fri, 15 May 2026 07:38:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Abono salarial: pagamento para nascidos em maio e junho começa hoje</title>
<link>https://www.curicanews.com.br/noticia/abono-salarial-pagamento-para-nascidos-em-maio-e-junho-comeca-hoje</link>
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<description>Valores, segundo o ministério, ficarão disponíveis aos trabalhadores até 30 de dezembro de 2026.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério do Trabalho e Emprego inicia nesta sexta-feira (15) o pagamento do quarto lote do abono salarial para trabalhadores nascidos nos meses de maio e junho. De acordo com a pasta, serão liberados R$ 5,7 bilhões para um total de 4.555.924 milhões de trabalhadores.</p>

<p>Desse montante, 3.970.985 trabalhadores de empresas privadas vão receber via Caixa Econômica Federal e 584.939 servidores públicos, via Banco do Brasil. No calendário atual, o benefício varia de R$ 136 a R$ 1.621, conforme a quantidade de meses trabalhados do ano-base de 2024.</p>

<p>Em 2026, o calendário de pagamento do abono salarial referente ao ano-base de 2024 iniciou os pagamentos no dia 16 de fevereiro. Os valores, segundo o ministério, ficarão disponíveis aos trabalhadores até 30 de dezembro de 2026.</p>

<p>Têm direito ao abono salarial trabalhadores que atendem aos seguintes critérios de habilitação:</p>

<p>- estar cadastrado no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos, contados da data do primeiro vínculo;</p>

<p>- ter recebido, de empregadores que contribuem para o PIS/Pasep, até o valor de referência de R$ 2.766 de remuneração mensal no ano-base 2024;</p>

<p>- ter exercido atividade remunerada, durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração;</p>

<p>- ter seus dados do ano-base informados pelo empregador corretamente no eSocial.</p>

<p>Na Caixa Econômica Federal, o pagamento do PIS será realizado prioritariamente:</p>

<p>- por crédito em conta corrente, poupança ou Conta Digital da Caixa;</p>

<p>- pelo aplicativo Caixa Tem, em conta poupança social digital aberta automaticamente.</p>

<p>Para trabalhadores sem conta bancária, o saque poderá ser feito em agências, lotéricas, terminais de autoatendimento, correspondentes Caixa Aqui e demais canais disponibilizados pela Caixa.</p>

<p>Já no Banco do Brasil, o pagamento do Pasep será realizado preferencialmente:</p>

<p>- por crédito em conta bancária;</p>

<p>- via TED ou PIX;</p>

<p>- presencialmente nas agências, para trabalhadores sem conta ou chave PIX.</p>

<p>Consultas de valores, calendário e banco responsável pelo pagamento podem ser feitas pela Carteira de Trabalho Digital e no portal Gov.br. Mais informações também estão disponíveis pelo telefone 158 e nas superintendências regionais do trabalho.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Curica News</dc:creator>
<pubDate>Fri, 15 May 2026 06:38:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Mega-Sena acumula novamente e prêmio principal vai para R$ 65 milhões</title>
<link>https://www.curicanews.com.br/noticia/mega-sena-acumula-novamente-e-premio-principal-vai-para-r-65-milhoes</link>
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<description>Números sorteados são: 11 - 12 - 14 - 20 - 42 - 44. Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (16).</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 3.008 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (14). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 65 milhões para o próximo sorteio.</p>

<p>Os números sorteados são: 11 - 12 - 14 - 20 - 42 - 44</p>

<ul>
	<li>50 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 43.872,17 cada</li>
	<li>3.762 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 961,14 cada</li>
</ul>

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<h2>Apostas</h2>

<p>Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 20h (horário de Brasília) de sábado (16), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa. </p>

<p>A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.</p>]]></content:encoded>
<category>Geral</category>
<dc:creator>Curica News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 14 May 2026 23:38:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>STF suspende julgamento sobre aposentadoria de empregado público</title>
<link>https://www.curicanews.com.br/noticia/stf-suspende-julgamento-sobre-aposentadoria-de-empregado-publico</link>
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<description>Ministros analisam afastamento compulsório aos 75 anos. Apesar da maioria formada, foram registradas divergências em outros pontos que foram discutidos durante o julgamento.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta quinta-feira (14) o julgamento que vai decidir se empregados públicos de empresas públicas e sociedades de economias mistas devem ser aposentados compulsoriamente ao completar 75 anos.</p>

<p>O caso começou a ser analisado no mês passado pelo plenário virtual da Corte, mas foi interrompido, no dia 28 de abril, após o tribunal registrar maioria de votos pela aplicação da regra previdenciária. Não há prazo para a retomada do julgamento.</p>

<p>Apesar da maioria formada, foram registradas divergências em outros pontos que foram discutidos durante o julgamento. Diante desse cenário, a Corte decidiu esperar a indicação do décimo primeiro ministro para finalizar o julgamento. A vaga foi aberta com a aposentadoria do ministro Luís Roberto Barroso. </p>

<p>No mês passado, o advogado-geral da União, Jorge Messias, foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a vaga de Barroso, mas não teve o nome aprovado pelo Senado.</p>

<p>A Corte julga a validade da Emenda Constitucional 103 de 2019, a reforma da previdência aprovada durante o governo de Jair Bolsonaro. A norma passou a determinar que empregados públicos que cumpriram o tempo mínimo de contribuição previdenciária devem ser aposentados automaticamente ao completarem 75 anos.</p>

<p>O tribunal também vai decidir se a regra pode ser aplicada nos casos anteriores à emenda e se gera direitos trabalhistas rescisórios. </p>

<p>O caso concreto que motiva o julgamento trata de uma empregada da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) que teve o contrato de trabalho rescindido ao completar 75 anos.</p>

<h2>Votos</h2>

<p>O ministro Gilmar Mendes, relator do caso, votou para reconhecer a validade da emenda constitucional e sugeriu a aplicação do entendimento a processos semelhantes que tramitam em todo o Judiciário.</p>

<p>Mendes também entendeu que o desligamento não gera direito ao pagamento de verbas trabalhistas e tem aplicação imediata. </p>


<p>"Tratando-se de aposentadoria compulsória, e não espontânea, a inativação do empregado independe da manifestação de vontade dele ou do empregador, sendo o atingimento da idade limite juntamente com o tempo mínimo de contribuição condições suficientes para a sua inativação", escreveu o ministro.</p>


<p>O voto do relator foi seguido pelos ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Nunes Marques. </p>

<p>Em seguida, cinco ministros apresentaram divergências.  </p>

<p>O ministro Flávio Dino validou a compulsória aos 75 anos, mas entendeu que o desligamento gera direito ao pagamento de verbas rescisórias. O voto foi acompanhado por Dias Toffoli. </p>

<p>Edson Fachin entendeu que a regulamentação da aposentadoria compulsória deve ocorrer por meio de lei regulamentadora própria, entendimento que foi seguido por Luiz Fux e André Mendonça.</p>]]></content:encoded>
<category>Justiça</category>
<dc:creator>Curica News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 14 May 2026 21:38:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Lucro da Caixa cai 34% no primeiro trimestre com novas regras do BC</title>
<link>https://www.curicanews.com.br/noticia/lucro-da-caixa-cai-34-no-primeiro-trimestre-com-novas-regras-do-bc</link>
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<description>Resultado do banco foi impactado pelo forte aumento das provisões para perdas com crédito, que mais do que dobraram no período.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido recorrente de R$ 3,5 bilhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 34,4% em relação ao mesmo período do ano passado. O resultado, que consta no balanço divulgado nesta quinta-feira (14), foi impactado pelo forte aumento das provisões para perdas com crédito, que mais do que dobraram no período, em meio às novas regras regulatórias do Banco Central (BC) para cobertura de risco de inadimplência.</p>

<p>Segundo o banco, as provisões passaram a considerar perdas esperadas nas operações de crédito, e não apenas perdas efetivamente registradas. A mudança elevou as reservas financeiras da instituição para possíveis calotes e pressionou o resultado trimestral.</p>

<p>Apesar da queda no lucro, a Caixa manteve crescimento da carteira de crédito, puxado principalmente pelo financiamento imobiliário, segmento no qual o banco segue líder no país.</p>

<p>Principais números</p>

<ul>
	<li>Lucro líquido recorrente: R$ 3,5 bilhões (-34,4% em 12 meses e +25,4% em relação a dezembro);</li>
	<li>Provisão para perdas: R$ 6,5 bilhões (+225% em 12 meses);</li>
	<li>Índice de inadimplência: 3,71% (+1,22 ponto percentual em 12 meses);</li>
</ul>

<p>Carteira de crédito</p>

<ul>
	<li>Carteira total de crédito: R$ 1,41 trilhão (+11,3% em 12 meses e 2,3% em relação a dezembro);</li>
	<li>Crédito imobiliário: R$ 966,2 bilhões (+13,9% em 12 meses);</li>
	<li>Participação da Caixa no setor imobiliário: 68%.</li>
</ul>

<h2>Crédito por segmento</h2>

<p>Pessoa física (PF)</p>

<ul>
	<li>Carteira PF: R$ 154,9 bilhões (+10,4% em 12 meses);</li>
	<li>Consignado: R$ 114,2 bilhões;</li>
	<li>Peso do consignado na carteira PF: 73,7%.</li>
</ul>

<p>Pessoa jurídica (PJ)</p>

<ul>
	<li>Carteira PJ: R$ 114,3 bilhões (+8,8% em 12 meses).</li>
</ul>

<p>Agronegócio</p>

<ul>
	<li>Saldo da carteira: R$ 64,9 bilhões (+2,2% em 12 meses).</li>
</ul>

<p>Receitas e despesas</p>

<ul>
	<li>Margem financeira: R$ 18,3 bilhões (+11,8% em 12 meses);</li>
	<li>Receita com serviços: R$ 7,4 bilhões (+12,5% em 12 meses);</li>
	<li>Despesas operacionais: R$ 11,5 bilhões (+6% em 12 meses).</li>
</ul>

<p>Estrutura financeira</p>

<ul>
	<li>Captações totais: R$ 2 trilhões (+13,7% em 12 meses)</li>
	<li>Patrimônio líquido: R$ 153,2 bilhões (+8,5% em 12 meses)</li>
	<li>Ativos totais: R$ 2,4 trilhões (+12,9% em 12 meses).</li>
</ul>

<h2>Explicação da Caixa</h2>

<p>Em nota, a Caixa afirmou que o aumento das provisões decorre principalmente da transição regulatória determinada pelo BC. Segundo a instituição financeira, os números não devem ser interpretados como deterioração direta da qualidade da carteira de crédito.</p>

<p>O banco destacou ainda que segue ampliando as operações de crédito, especialmente no financiamento habitacional, que respondeu por R$ 64,2 bilhões em contratações no primeiro trimestre.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Curica News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 14 May 2026 21:38:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Crimes de Maio: Tribunal vai julgar simbolicamente violência policial</title>
<link>https://www.curicanews.com.br/noticia/crimes-de-maio-tribunal-vai-julgar-simbolicamente-violencia-policial</link>
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<description>Crimes de Maio foram uma série de ataques realizados pelo PCC, em 2006, resultando em uma violenta retaliação policial, que deixou mais de 500 mortos em todo o estado de São Paulo.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Mães e familiares de vítimas da violência estatal lançaram nesta quinta-feira (14), na capital paulista, a segunda fase do Tribunal Popular, uma forma simbólica de julgar o Estado brasileiro pelos assassinatos cometidos durante os chamados Crimes de Maio, ocorridos há 20 anos.</p>

<p>O lançamento ocorreu durante um seminário realizado na sede seccional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de São Paulo e foi promovido pelo Movimento Mães de Maio com apoio de diversos outros movimentos e organizações como a Conectas Direitos Humanos e a Iniciativa Negra.</p>

<p>"O movimento Mães de Maio luta historicamente pela reparação do Estado e pela condenação do Estado pelos crimes que cometeu. Então, na ausência de uma responsabilização formal pelas vias judiciais, os movimentos em torno do movimento Mães de Maio defendem que haja também uma responsabilização popular”, afirmou o advogado Gabriel de Carvalho Sampaio, diretor de Litigância e Incidência da organização Conectas Direitos Humanos.</p>

<p>O Tribunal Popular não tratará de um julgamento formal, mas representará o que as mães e os movimentos entendem como um julgamento justo, principalmente porque, até este momento, não houve reparação e nem responsabilizações pelos Crimes de Maio, explicou Sampaio.</p>



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<div class="meta"> O advogado Gabriel de Carvalho Sampaio disse que o Tribunal Popular representará o que as mães e os movimentos entendem como um julgamento justo. Foto-arquivo: Elza Fiuza /Agência Brasil) - Elza Fiúza/Agência Brasil</div>
</div></div>

<p>Segundo o advogado, o Tribunal estabelecerá uma série de ações para combater a violência policial e colocar o Estado sob uma espécie de julgamento.</p>


<p>“Esse é um espaço para mobilização de outros setores da sociedade civil e das próprias instituições para reconhecer os erros do Estado do ponto de vista popular e também impulsionar todos os outros mecanismos judiciais e jurídicos de responsabilização”, completou.</p>


<p>Segundo Camila Sabino, assessora do programa de Enfrentamento à Violência Institucional do Conectas, o Tribunal Popular busca ser um marco de memória, de reparação coletiva e de transformação estrutural das políticas que atualmente sustentam a violência de Estado.</p>

<p>“Não se trata apenas de reivindicar respostas a partir dos marcos tradicionais do sistema penal, mas de construir uma reflexão mais ampla e falar de responsabilização política, de reparação, de reconhecimento e também de construção de uma justiça efetivamente popular”, afirmou.</p>

<p>Para a assessora do Conectas, o tribunal busca afirmar uma justiça que não pode significar apenas uma punição institucional especialmente porque essas próprias instituições são as produtoras de violência”.</p>

<p>A presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-SP, Camila Torres, disse que o Tribunal terá funções importantes, uma delas é dar voz para as mães e as vítimas de violência estatal. Principalmente quando a maior parte dessas vítimas são as pessoas mais vulneráveis, geralmente negras e periféricas.</p>


<p>“Com relação aos Crimes de Maio, são 20 anos de impunidade. A ideia do Tribunal que as mães criaram agora como uma segunda versão - e que já aconteceu antes - é possibilitar que essas mães tenham voz”, disse.</p>


<p>“Quando você tem uma situação onde pessoas da faixa etária de 19 a 30 anos, pessoas negras, periféricas e jovens, são normalmente os corpos que são violentados ou menos vistos pelo Estado, e que são também vítimas de crimes e apurações que não se chega a uma investigação, isso é muito grave”, destacou Torres.</p>

<p>“É como se a gente estivesse falando que existem graus de cidadania diferentes. A gente tem pessoas livres e tem uma Constituição que se aplica a todos, mas a sensação é de que a legislação punitiva se aplica para um grupo e as garantias constitucionais para outro grupo. E, na verdade, o que a gente quer como advogado é que ambas as coisas existam para todas as pessoas”, completou.</p>

<h2>Primeira versão</h2>

<p>A primeira edição do Tribunal Popular foi realizada em 2008, foi centrada principalmente em reuniões e na sua formulação metodológica, explicou Camila Sabino. Agora, a partir do seminário realizado hoje, começa a segunda fase, que será marcada por debates, seminários temáticos, oitivas, escutas territoriais, articulações internacionais e atividades culturais.</p>



<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image"><div class="dnd-atom-rendered">
            
        
    </div><div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">Santos (SP), 13/04/2026 - 20 anos dos crimes de Maio. Débora Maria da Silva , mãe de Rogério, assassinado pela PM de São Paulo. Foto-arquivo: Paulo Pinto/Agência Brasil - Paulo Pinto/Agência Brasil
</div>
</div></div>

<p>Débora Maria da Silva, mãe de Edson Rogério Silva dos Santos, morto durante os Crimes de Maio, falou sobre a importância do Tribunal para uma reflexão sobre o que foi feito no combate à violência estatal.</p>

<p>“Esta é a segunda versão do tribunal que nós fizemos de 2008 para 2009. E a gente pretende, agora, resgatar esse tribunal porque precisamos fazer um uma reflexão sobre o que mudou e se houve aumento da violência policial”, disse.</p>


<p>"A gente vê que, de lá daquele Tribunal para cá, a violência só se expandiu cada vez mais dentro das favelas e das periferias. O que aconteceu em maio de 2006 alimentou toda essa violência desencadeada que a gente não consegue mais controlar”, acrescentou Débora, que também uma das fundadoras do movimento Mães de Maio, responsável por essa iniciativa.</p>


<p>Em entrevista à Agência Brasil durante a realização do seminário, ela informou que o Tribunal Popular pretende promover uma série de ações para enfrentar a violência policial.</p>

<p>“A gente vai ocupar e acolher as denúncias [sobre violência policial]. E a gente dá esse pontapé hoje, com os depoimentos das mães dos territórios, trazendo denúncias. Depois, a gente segue com esse mesmo modelo, fazendo esse mapeamento [sobre a violência]”, explicou.</p>

<p>Debora disse ainda que o Tribunal Popular também prevê ações voltadas ao sistema prisional e à questão da moradia. “A gente quer mostrar que esse modelo de segurança pública não nos serve e que a reforma do Judiciário é necessária, e que temos que repensar o [papel do] Ministério Público”.</p>

<p>O objetivo é que o tribunal seja finalizado em 2027, quando serão apresentadas as denúncias, os testemunhos e os registros coletados nesse período. “Nessa sessão final a gente buscará reunir representantes nacionais e internacionais a partir de um espaço de julgamento político e ético da violência e da impunidade”, destacou Camila Sabino.</p>

<h2>Crimes de Maio</h2>

<p>Os Crimes de Maio foram uma série de ataques realizados pelo Primeiro Comando da Capital (PCC) e que terminou com uma grande retaliação policial, resultando em mais de 500 mortos em todo o estado de São Paulo. Grande parte dessas mortes ocorreu com indícios de execução praticada por policiais.</p>

<p>Segundo o relatório Análise dos Impactos dos Ataques do PCC em São Paulo em maio de 2006, divulgado pelo Laboratório de Análises da Violência da Universidade Federal do Rio de Janeiro três anos após o massacre, 505 dos mortos eram civis e 59 agentes públicos, grande parte deles negros, jovens e pobres. </p>

<p>Ainda segundo o relatório, há suspeita da participação de policiais em pelo menos 122 dessas execuções.</p>


<p>“A nossa Constituição não admite a execução extrajudicial. Nós não temos pena de morte e nenhuma circunstância é autorizada ao Estado. O agente [de Estado] pode matar apenas em situações excepcionais que o Estado deve demonstrar e provar. E o que nós tivemos em relação aos Crimes de Maio foi aquela criminalização constante de quem é vítima. E isso é algo que acaba persistindo na nossa história”, disse Sampaio.</p>


<p>Para ele, um dos resultados dessa violência praticada pelo Estado é gerar mais violência e insegurança. “Esse caminho que é trilhado pelo Estado, traz um subproduto péssimo para as instituições e para nossa própria segurança. A morte acaba virando uma mercadoria, uma mercadoria que interessa a organizações criminosas, a milícias e a pessoas que agem ilegalmente dentro das instituições”.</p>]]></content:encoded>
<category>Direitos Humanos</category>
<dc:creator>Curica News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 14 May 2026 19:38:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Brasil tem alta de Síndrome Respiratória Aguda Grave em bebês</title>
<link>https://www.curicanews.com.br/noticia/brasil-tem-alta-de-sindrome-respiratoria-aguda-grave-em-bebes</link>
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<description>Principal causa da doença em menores de dois anos é a infecção pelo vírus sincicial respiratório;</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em crianças menores de dois anos estão em alta em todo o Brasil, principalmente por causa do aumento das infecções pelo vírus sincicial respiratório - VSR. O vírus é o principal causador da bronquiolite, inflamação na ramificação dos pulmões que atinge principalmente bebês menores de dois anos. As outras faixas etárias estão estáveis com relação à SSRAG. </p>

<p>Nas quatro últimas semanas, 41,5% dos casos de SRAG com diagnostico confirmado para algum vírus foram causados por VSR. Em seguida, vem a Influenza A com 27,2% e o rinovirus com 25,5%.</p>

<p>Os dados são do Boletim Infogripe, divulgado nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>

<p>O boletim também alerta que os casos de Influenza A continuam aumentando nos três estados da Região Sul, e ainda em Roraima e Tocantins, na Região Norte e em São Paulo e Espírito Santo, no Sudeste. Esse tipo do vírus da gripe foi responsável por 51,7% das mortes por SRAG com exame positivo das última quatro semanas, ocorridas principalmente em idosos.</p>

<p>Esses dois cenários colocam todos as unidades federativas do Brasil em situação de alerta, sendo que em dez delas a situação é de alto risco: Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraíba. </p>

<p>Além disso, em 14 Unidades da Federação a tendência é de aumento de casos nas próximas semanas: Acre, Amazonas, Pará, Tocantins, Amapá, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Bahia, Paraíba, Rio Grande do Norte, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. </p>

<p>No final do mês passado, a Organização Panamericana de Saúde alertou para o início da temporada de maior circulação de vírus respiratórios no Hemisfério Sul, com destaque para Influenza A H3N2 e VSR. </p>

<h2>Prevenção</h2>

<p>A pesquisadora Tatiana Portella, do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz alerta sobre a importância da imunização.</p>


<p>“A principal forma de prevenção contra agravamentos e óbitos por VSR e influenza A é a vacinação. Por isso, é essencial que as pessoas com maior risco de agravamento por esses vírus se vacinem"</p>


<p>A vacina contra a gripe oferecida pelo Sistema Único de Saúde protege contra o tipo A e está sendo aplicada em todo o país, com prioridade para idosos, gestantes, crianças com menos de 6 anos e pessoas com comorbidades ou que fazem partes de grupos vulneráveis, que têm maior propensão a desenvolver quadros graves da doença. </p>

<p>Já a vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a partir da 28ª semana, com o objetivo de proteger os bebês após o nascimento.</p>

<p>Além disso, o SUS disponibiliza um anticorpo monoclonal contra o VSR para bebês prematuros, que têm alto risco de complicações. Ao contrário da vacina, que estimula o corpo a produzir anticorpos contra a doença, esse medicamento é constituído de anticorpos prontos. </p>

<h2>Casos</h2>

<p>Em 2026 foram notificados 57.585 casos de SRAG no Brasil, e 45,7% tiveram resultado positivo para algum vírus respiratório.</p>

<p>O mais prevalente ao longo do ano foi o rinovírus, presente em 36,1% das amostras identificadas, seguido pela Influenza A com 26,3%, VSR com 25,3% e covid-19 com 7,4%. </p>

<p>Mas a proporção de cada um desses vírus entre os óbitos é diferente. Foram registradas 2.660 mortes por SRAG, sendo 1.151 com resultado laboratorial positivo. As infecções por Influenza A respondem por 39,6% desses registros, seguidas pelas de covid-19 com 26%, rinovírus com 21,3% e VSR com 6,4%. </p>]]></content:encoded>
<category>Saúde</category>
<dc:creator>Curica News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 14 May 2026 19:38:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Taxa de desemprego de pretos é 55% maior que a de brancos, revela IBGE</title>
<link>https://www.curicanews.com.br/noticia/taxa-de-desemprego-de-pretos-e-55-maior-que-a-de-brancos-revela-ibge</link>
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<description>Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios também mostra que para mulheres o índice é 43% superior ao dos homens.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego das pessoas pretas fechou o primeiro trimestre de 2026 em 7,6%. Esse indicador fica acima da média nacional (6,1%) e 55% maior que o dos brancos, que sequer chegou a 5% (4,9%).</p>

<p>Esse patamar de diferença é superior ao registrado no último trimestre de 2025 (52,5% maior) e nos três primeiros meses do ano passado (50%). A maior diferença já apurada é de 69,8%, no segundo trimestre de 2020, ano de eclosão da pandemia de covid-19.</p>

<p>A revelação faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>

<p>Quando a série histórica da pesquisa foi iniciada, em 2012, o desemprego de pessoas pretas era 44,8% maior que o dos brancos. A menor diferença já verificada pertence ao segundo trimestre de 2021, 43,6% superior.   </p>

<h2>Pardos</h2>

<p>A diferença na taxa de desemprego sob ótica da cor da pele é favorável também aos brancos quando comparados aos pardos. Nesse grupo, a desocupação está em 6,8%, isto é, 38,8% maior.</p>

<p>Quando a pesquisa foi iniciada, a diferença era 37,3%. O menor nível de disparidade foi de 33,3% no segundo trimestre do ano passado. O maior, 50,84%, no terceiro trimestre de 2023.</p>

<p>Já na comparação mais imediata, ou seja, no último trimestre de 2025, o desemprego dos pardos era 47,5% maior que o dos brancos.</p>

<h2>Fatores</h2>

<p>Para o analista da pesquisa, William Kratochwill, a disparidade entre o desemprego de pretos e pardos em relação ao dos brancos aponta para “algo estrutural”.</p>


<p>“Isso pode ser ligado a diversos fatores, não apenas a cor da pele. Pode ser questão de nível de instrução e região em que vive”, indica ele.</p>


<p>Kratochwill pondera que para poder determinar exatamente o que causa a diferença entre os grupos “é necessário um estudo bem mais aprofundado, que leve em consideração diversas características e não apenas a identificação de cor ou raça”.</p>

<h2>Informalidade</h2>

<p>A Pnad revela que pretos e pardos também ficam em desvantagem em relação aos brancos na formalidade do emprego.</p>

<p>O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ.</p>

<p>Na média nacional, a taxa de informalidade ficou em 37,3%. Essa é a proporção de trabalhadores ocupados sem garantias trabalhistas, como seguro-desemprego, férias e 13º salário.</p>

<p>Para os brancos, a informalidade foi de 32,2%; para os pardos, 41,6%; e para pretos, 40,8%.</p>

<h2>Autoidentificação</h2>

<p>A Pnad tem como critério a autoidentificação ─ a própria pessoa escolhe como quer se declarar.</p>

<p>Os dados do primeiro trimestre de 2026 mostram os pardos como maioria da população alvo do levantamento (pessoas com 14 anos ou mais):</p>

<ul>
	<li>Pardos: 45,4%</li>
	<li>Brancos: 42,5%</li>
	<li>Pretos: 11,1%</li>
</ul>

<p>Amarelos (origem asiática) e indígenas não foram detalhados pela Pnad trimestral.</p>

<h2>Homens e mulheres</h2>

<p>Ao comparar as taxas de desemprego de homens e mulheres, o IBGE mostra que a desocupação delas é 43,1% maior que a deles. No primeiro trimestre de 2026, o índice era de 7,3% para as mulheres. Entre os homens, 5,1%, abaixo da média nacional (6,1%).</p>

<p>Desde quando a pesquisa começou a ser feita, o desemprego das mulheres era 69,4% superior ao dos homens. A menor diferença foi registrada no segundo trimestre de 2020 (27%).</p>

<p>Já em relação à informalidade, a dos homens (38,9%) é maior que a das mulheres (35,3%).</p>

<h2>Idade</h2>

<p>O IBGE apresenta análises por faixa etária. O grupo de 14 a 17 anos apresenta a maior taxa de desocupação (25,1%).</p>

<p>“Os jovens são aqueles que aceitam mais os trabalhos que são temporários, aqueles com menor estabilidade, simplesmente para poder ingressar no mercado de trabalho e começar a construir o seu currículo”, analisa William Kratochwill.</p>

<p>Já as pessoas com 60 anos ou mais têm o menor desemprego, 2,5%.</p>

<p>“É a idade na qual as pessoas já começam a deixar o mercado de trabalho, são poucos aqueles que ainda persistem em conseguir alguma ocupação”.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Curica News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 14 May 2026 18:38:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>STF apura emenda parlamentar para produtora de filme sobre Bolsonaro</title>
<link>https://www.curicanews.com.br/noticia/stf-apura-emenda-parlamentar-para-produtora-de-filme-sobre-bolsonaro</link>
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<description>Há mais de um mês, oficiais de justiça tentam cumprir uma determinação do ministro Flávio Dino e intimar o deputado federal Mário Frias (PL-SP) a prestar esclarecimentos sobre supostas irregularidades na destinação de emendas parlamentares a empresas da produtora artística responsável pelo filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Há mais de um mês, oficiais de justiça tentam cumprir uma determinação do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), e intimar o deputado federal Mário Frias (PL-SP) a prestar esclarecimentos sobre supostas irregularidades na destinação de emendas parlamentares a empresas da produtora artística responsável pelo filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, a obra Dark Horse.</p>

<p>Em 21 de março, o ministro Flávio Dino deu cinco dias para o parlamentar responder à denúncia da também deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). Tabata acusa Frias de ter destinado ao menos R$ 2 milhões à organização não governamental (ONG) Academia Nacional de Cultura (ANC), presidida pela empresária Karina Ferreira da Gama.</p>

<p>Karina também está à frente de outras entidades e empresas, como o Instituto Conhecer Brasil (ICB) e a Go Up Entertainment, responsável por produzir o filme biográfico sobre Bolsonaro, previsto para estrear nos cinemas brasileiros em meados de setembro, semanas antes do primeiro turno das eleições.</p>

<p>Segundo os autos da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) nº 854, a oficial de Justiça Federal encarregada de intimar Frias esteve no gabinete do deputado, na Câmara dos Deputados, em Brasília, em ao menos três ocasiões entre março e abril. Em todas as vezes, foi atendida por assessores parlamentares que informaram que Frias estaria em São Paulo, em compromissos de campanha, e que não demonstraram “interesse em informar a agenda do parlamentar”.</p>

<h2>Emendas</h2>

<p>A denúncia apresentada por Tabata Amaral foi motivada por uma reportagem de dezembro de 2025, do site The Intercept Brasil. Segundo a publicação, a Academia Nacional de Cultura foi contemplada com R$ 2,6 milhões oriundos de emendas parlamentares destinadas por deputados federais filiados ao Partido Liberal (PL), sigla do ex-presidente Bolsonaro. Além de Frias, são citados os deputados Bia Kicis e Marcos Pollon.</p>

<p>A partir da reportagem, Tabata sugere a formação de um grupo econômico composto por diferentes empresas e entidades atuando sob um comando único. Ela defende que isso poderia dificultar a rastreabilidade da execução da verba pública e estar indiretamente financiando produções cinematográficas de cunho ideológico.</p>

<p>Também intimados por Dino, Bia e Pollon entregaram ao ministro seus esclarecimentos dentro do prazo estipulado. O deputado admitiu ter destinado R$ 1 milhão para a Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo viabilizar, por intermédio da Go Up Entertainment, “a produção da série documental intitulada Heróis Nacionais – Filhos do Brasil que não se rendem”.</p>

<p>Contudo, segundo o deputado, devido à “incapacidade da entidade beneficiária de cumprir requisito técnico essencial”, o projeto não avançou e ele redirecionou os recursos para a área da saúde, “especificamente em favor do Hospital de Amor de Barretos” (SP).</p>


<p>“A inexistência de execução afasta, por completo, qualquer hipótese de desvio de finalidade ou irregularidade material na aplicação de recursos públicos”, sustenta Pollon.</p>


<h2>Decisão política </h2>

<p>Bia Kicis também admitiu ter destinado R$ 150 mil em recursos públicos para a realização da série Heróis Nacionais, citada por Pollon. E, assim como o deputado, pondera que a indicação não foi executada</p>

<p>A deputada classifica a petição de Tabata Amaral como “maldosa” por, “indevidamente”, associar sua emenda “a supostas irregularidades e desvios de finalidade”, não havendo “qualquer conexão entre a emenda [parlamentar] e a obra cinematográfica Dark Horse”.</p>


<p>“A tentativa de realizar uma amálgama entre projetos distintos, apenas por envolverem a mesma produtora ou temas de espectro conservador, constitui um erro metodológico e jurídico grave”, argumenta a deputada.</p>


<p>Bia Kicis refuta a "leviana alegação” de que ajudou a custear, com dinheiro público, um filme sobre Jair Bolsonaro.</p>

<p>“A despeito da tentativa de criminalizar a indicação orçamentária realizada por esta parlamentar, é fundamental que este Supremo Tribunal Federal analise o mérito social e econômico do projeto beneficiado, o qual reflete o compromisso deste mandato com a promoção da cultura e da história nacional brasileira”, alega a deputada, reconhecendo que, com sua emenda, além de fomentar o setor audiovisual, tomou “uma decisão política pautada pela potencialidade de geração de valor para a sociedade, especialmente no campo da educação e da economia criativa”.</p>

<p>Provocada pelo ministro Flávio Dino, a Advocacia da Câmara dos Deputados atestou que, do ponto de vista processual, não identificou irregularidades nas duas emendas de Mario Frias – as únicas que Tabata Amaral elencou em sua representação.</p>

<h2>Master</h2>

<p>Nesta quarta-feira (13), reportagem publicada pelo site The Intercept Brasil revelou que o senador Flávio Bolsonaro pediu a Vorcaro que destinasse cerca de R$ 134 milhões para custear o filme Dark Horse. Deste total, Vorcaro teria liberado ao menos R$ 61 milhões.</p>

<p>Áudios divulgados revelam que o senador e o banqueiro trocaram mensagens sobre a necessidade de aporte financeiro para o filme às vésperas de Vorcaro ser preso pela primeira vez no âmbito da Operação Compliance Zero. Deflagrada em novembro de 2025, a operação aprofunda as investigações de supostos crimes contra o Sistema Financeiro Nacional e fraudes nas negociações entre os bancos Master e de Brasília (BRB).</p>

<p>Em um dos áudios, Flávio menciona a importância do filme e a necessidade do envio dos recursos para pagar “parcelas para trás”.  </p>

<p>“Apesar de você ter dado a liberdade de a gente te cobrar, eu fico sem graça de ficar te cobrando. É porque está em um momento muito decisivo aqui do filme e, como tem muita parcela para trás, cara, está todo mundo tenso e fico preocupado com o efeito contrário com o que a gente sonhou para o filme”, diz o senador, em áudio. </p>




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<p>Um post compartilhado por Agência Brasil (@agencia.brasil)</p>
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<h2>Superprodução</h2>

<p>Roteirista e produtor executivo do filme, o deputado Mário Frias afirmou, nesta quarta-feira (13), que o senador Flávio Bolsonaro não tem qualquer participação societária no filme ou na produtora Go Up Entertainment, de Karina Ferreira da Gama. Segundo Frias, a obra não recebeu “nem um único centavo” do Banco Master ou de Vorcaro.</p>


<p>“E ainda que houvesse [recebido], não haveria problema algum: trata-se de relação estritamente privada, entre adultos capazes, sem um único real de dinheiro público envolvido. E, na época, não havia qualquer suspeita a ele e seu banco”, sustentou Frias.</p>


<p>Ele foi secretário especial de cultura (2020/2022) da gestão de Jair Bolsonaro.</p>

<p>Na mesma nota, Frias tenta justificar os custos da produção – superiores, por exemplo, aos valores do filme Ainda Estou Aqui, ganhador do Oscar de Melhor Filme Internacional, em 2025, que totalizaram R$ 45 milhões.</p>

<p>“Dark Horse é uma superprodução em padrão hollywoodiano, com 100% de capital privado, ator de primeira linha, além de diretor e roteirista de renome internacional — com qualidade inédita para retratar o maior líder político brasileiro do século XXI. O projeto é real, será lançado nos próximos meses e, para quem investiu, será um negócio bem-sucedido”, acrescentou Frias.</p>]]></content:encoded>
<category>Política</category>
<dc:creator>Curica News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 14 May 2026 17:38:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Desemprego mais longo cai 21,7% e é o menor já registrado pelo IBGE</title>
<link>https://www.curicanews.com.br/noticia/desemprego-mais-longo-cai-21-7-e-e-o-menor-ja-registrado-pelo-ibge</link>
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<description>Em 2025, o país tinha quase 1,4 milhões de pessoas que estavam há pelo menos 24 meses tentando uma ocupação, diz Pnad Contínua Trimestral.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>O número de pessoas que buscam emprego há dois anos ou mais caiu 21,7% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2025. Esse contingente representa 1,089 milhão de pessoas, o menor já registrado desde 2012, quando começou a série histórica da principal pesquisa sobre mercado de trabalho no país.</p>

<p>Em 2025, o país tinha quase 1,4 milhões de pessoas que estavam há pelo menos 24 meses tentando uma ocupação. Já o maior nível foi em 2021, ano de pandemia de covid-19, com 3,5 milhões.</p>

<p>Os recordes fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>

<p>O patamar mínimo de pessoas à procura de trabalho também se reflete em outras duas faixas temporais. </p>

<p>- de mais de um mês a menos de um ano: 3,380 milhões de pessoas em busca de vaga, recuo de 9,9% em relação ao primeiro trimestre de 2025. Nessa faixa, o maior volume foi 7 milhões, em 2021.</p>

<p>- de mais de um ano a menos de dois anos: 718 mil pessoas procuravam emprego, redução de 9% se comparado a 2025. O maior patamar pertence também a 2021, quando eram 2,6 milhões de pessoas nessa situação.</p>

<p>A única faixa temporal que não apresenta recorde mínimo é a de menos de um mês procurando vaga. De janeiro a março o país tinha quase 1,4 milhão de pessoas nessa situação. Esse patamar fica 14,7% abaixo do registrado no ano passado, mas acima do nível de 2014 (1,016 milhão).</p>

<p>A pesquisa do IBGE detalhou o contingente dos 6,6 milhões de desocupados do país nas faixas de tempo de procura:</p>

<p>- Menos de um mês: 21,2% dos desocupados</p>

<p>- Um mês a menos de um ano: 51,4%</p>

<p>- Um ano a menos de dois anos: 10,9%</p>

<p>- Dois anos ou mais: 16,5%</p>

<h2>Mercado de trabalho dinâmico</h2>

<p>O analista da pesquisa, William Kratochwill, aponta que os patamares mínimos de pessoas à procura de emprego nas faixas de tempo estão relacionados ao desempenho do mercado de trabalho.</p>


<p>“As pessoas estão gastando menos tempo para se realocar. O mercado está mais dinâmico”.</p>


<p>No fim de abril, o IBGE já havia divulgado que a taxa de desemprego no primeiro trimestre de 2026 ficou em 6,1%, a menor da série histórica. </p>

<p>O pesquisador, no entanto, faz uma ressalva sobre a nova ocupação encontrada: “não necessariamente é melhora na qualidade do trabalho”.</p>

<h2>Mais conta própria</h2>

<p>A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.</p>

<p>Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</p>

<p>William Kratochwill descarta que a redução do desemprego mais longo tenha a ver com o desalento, termo utilizado para definir a situação das pessoas que não procuraram trabalho por acharem que não encontrariam.</p>


<p>“A desistência é um ponto que já podemos descartar. O mercado de trabalho tem se mostrado persistente nas contratações e na manutenção do emprego”.</p>


<p>Ele acrescenta que o aumento no número de pessoas trabalhando por conta própria também colabora para redução do desemprego mais longo.</p>

<p>Leia aqui: Trabalhador por conta própria trabalha 45 horas por semana </p>

<p>De acordo com a Pnad, o Brasil tinha 25,9 milhões de trabalhadores por conta própria, o que representa 25,5% da população ocupada no primeiro trimestre de 2026. Nos três primeiros meses de 2012, eram 20,1 milhões de trabalhadores nessa condição.</p>


<p>“Eles tomam a iniciativa de ser seu próprio negócio”, conclui Kratochwill.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Curica News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 14 May 2026 16:38:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Uso do FGTS para pagar dívidas no Desenrola começa no dia 25</title>
<link>https://www.curicanews.com.br/noticia/uso-do-fgts-para-pagar-dividas-no-desenrola-comeca-no-dia-25</link>
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<description>Saldo poderá ter alteração temporária no aplicativo, já que a Caixa está adaptando os sistemas para oferecer modalidade.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os trabalhadores poderão consultar, a partir de 25 de maio, o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) disponível para renegociação de dívidas no Novo Desenrola Brasil, informou o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).</p>

<p>A nova modalidade permitirá o uso de até 20% do saldo do fundo ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor, para amortização ou quitação de débitos em atraso. A expectativa do governo é movimentar até R$ 8,2 bilhões em recursos do FGTS por meio do programa.</p>

<p>Segundo o governo federal, a adesão será feita diretamente pelas instituições financeiras após autorização do trabalhador no aplicativo do FGTS. Depois da renegociação da dívida, a Caixa Econômica Federal fará a transferência dos valores diretamente aos bancos responsáveis pelos contratos. O prazo estimado para formalização das operações é de até 30 dias após a consulta do saldo disponível.</p>

<p>Dez dias depois do lançamento do Desenrola 2.0, a liberação de parte do saldo do FGTS para abater dívidas ainda não está disponível porque a Caixa está adaptando os sistemas. O banco também está definindo os procedimentos operacionais para que as instituições financeiras comecem a oferecer a modalidade na renegociação de débitos.</p>

<p>Além da liberação do FGTS para o Novo Desenrola, o governo informou que mais de 10,5 milhões de trabalhadores receberão, em 26 de maio, valores residuais do saque-aniversário do fundo, liberados em várias rodadas desde o fim do ano passado  </p>

<p>O desbloqueio adicional estimado é de R$ 8,4 bilhões e beneficiará trabalhadores demitidos sem justa causa entre 2020 e 2025. Os depósitos serão feitos automaticamente nas contas cadastradas no aplicativo do FGTS.</p>

<p>Como vai funcionar</p>

<ul>
	<li>O trabalhador poderá usar até 20% do saldo do FGTS ou até R$ 1 mil, prevalecendo o maior valor</li>
	<li>Será necessário autorizar, pelo aplicativo do FGTS, o acesso das instituições financeiras aos valores disponíveis</li>
	<li>O uso do FGTS ocorrerá somente após a renegociação da dívida dentro do programa</li>
	<li>Não será necessário comparecer às agências da Caixa para concluir a operação</li>
	<li>Poderão ser usados recursos de contas ativas e inativas do FGTS, com prioridade para contas inativas.</li>
</ul>

<p>Quem pode aderir</p>

<ul>
	<li>Trabalhadores com renda mensal de até R$ 8.105;</li>
	<li>Dívidas elegíveis incluem cartão de crédito, cheque especial e Crédito Direto ao Consumidor (CDC)</li>
	<li>O uso do FGTS suspenderá temporariamente novos saques anuais e antecipações do saque-aniversário até a recomposição do saldo</li>
</ul>

<p>Saque residual</p>

<ul>
	<li>O crédito residual será pago em 26 de maio</li>
	<li>Cerca de 10,5 milhões de trabalhadores serão beneficiados</li>
	<li>A medida atende trabalhadores que aderiram ao saque-aniversário e foram demitidos entre 2020 e 2025</li>
	<li>Permanecerão bloqueados apenas valores vinculados a contratos de antecipação ainda ativos</li>
</ul>

<p>Atenção ao saldo</p>

<ul>
	<li>Antes de 25 de maio, parte do saldo poderá deixar de aparecer temporariamente no aplicativo do FGTS;</li>
	<li>Segundo o MTE, a alteração ocorrerá devido ao processamento interno necessário para liberação dos recursos;</li>
	<li>Após o processamento, os valores residuais do saque-aniversário serão depositados automaticamente nas contas cadastradas pelos trabalhadores.</li>
</ul>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Curica News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 14 May 2026 15:38:00 -0300</pubDate>
</item>
<item>
<title>Trabalhadores por conta própria têm as maiores jornadas no país</title>
<link>https://www.curicanews.com.br/noticia/trabalhadores-por-conta-propria-tem-as-maiores-jornadas-no-pais</link>
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<description>Média de horas trabalhadas por semana chega a 45, mais de 5 horas a carga de trabalho dos empregados do setor público e da iniciativa privada.</description>
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<content:encoded><![CDATA[<p>Os trabalhadores por conta própria são os que têm as maiores jornadas no país, com média de 45 horas por semana. Esse tempo supera em mais de cinco horas a carga de trabalho dos empregados do setor público e da iniciativa privada.</p>

<p>Enquanto a média dos ocupados ficou em 39,2 horas, a dos empregados alcançou 39,6 horas. Já os empregadores tinham jornada média de 37,6 horas.</p>

<p>A constatação faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Trimestral, divulgada nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao dados são referentes ao primeiro trimestre de 2026.</p>

<p>A Pnad apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.</p>

<h2>Conta própria</h2>

<p>O IBGE classifica como conta própria “a pessoa que trabalha explorando o seu próprio empreendimento, sozinha ou com sócio, sem ter empregado e contando, ou não, com ajuda de trabalhador não remunerado de membro da unidade domiciliar em que reside”.</p>

<p>De acordo com o instituto, o Brasil tem 25,9 milhões de trabalhadores por conta própria, o que representa 25,5% da população ocupada no primeiro trimestre de 2026. Exemplos bem comuns são motoristas e entregadores por aplicativo.</p>

<p>O levantamento traz informações também da categoria “trabalhador auxiliar familiar”, aquela pessoa que trabalha ajudando alguém da família em um negócio, atividade agrícola, comércio ou outro trabalho, sem receber pagamento em dinheiro. Essa classe apresentou jornada média de 28,8 horas por semana no primeiro trimestre de 2026.</p>

<h2>Limites trabalhistas</h2>

<p>O analista da pesquisa, William Kratochwill, assinala que os trabalhadores classificados como empregados não ultrapassam, na média, os limites máximos de jornada por causa de proteções trabalhistas.</p>

<p>A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estabelece que a jornada máxima de trabalho semanal é de 44 horas, limitadas a oito horas por dia, sendo permitidas até duas horas extras diárias.</p>

<p>Há exceções como a escala de 12 horas de trabalho por 36 de descanso, comum em categorias como a dos profissionais da saúde.</p>

<p>“Mesmo que o trabalhador não seja formalizado, há uma tendência do mercado de seguir o padrão da lei”, diz Kratochwill.</p>

<p>No entanto, ele destaca que esse padrão não se estende para trabalhadores por conta própria e empregadores.</p>

<p>“Se quiser trabalhar 24 horas por dia, ele pode, não tem nada que o impeça, a não ser a sua própria limitação.”</p>

<p>O analista ressalta que os empregadores conseguem delegar funções.</p>

<p>“Tem pessoas que trabalham para ele. Talvez seja isso que estabeleça uma média de horas trabalhadas inferior à do empregado”, sugere.</p>

<p>Mas para o conta própria, não há a chance de delegar trabalho, lembra o analista.</p>


<p>“Como não tem a quem delegar, provavelmente tem que trabalhar muito mais horas por semana para alcançar seus objetivos”, conclui.</p>


<h2>Debate nacional</h2>

<p>As informações do IBGE são divulgadas trimestralmente e chegam no momento em que o país acompanha debates sobre a redução da jornada de trabalho (de 44 para 40 horas semanais) e o fim da escala de apenas uma folga na semana, a chamada de 6x1, sem redução salarial.</p>

<p>Tramitam no Congresso Nacional duas propostas de emenda à Constituição (PEC) que abordam o tema e um projeto de lei (PL), este de iniciativa do governo.</p>

<p>Na última quarta-feira (13), representantes do governo e da Câmara dos Deputados fecharam um acordo para aprovação das propostas que tramitam na Casa e estabelecem a escala 5x2.</p>]]></content:encoded>
<category>Economia</category>
<dc:creator>Curica News</dc:creator>
<pubDate>Thu, 14 May 2026 14:38:00 -0300</pubDate>
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